OBRAS

Óperas

Domitila

2000

Texto de João Guilherme Ripper
Encomenda do Centro Cultural Banco do Brasil - RJ

Estreia

21 de março de 2000 - Centro Cultural Banco do Brasil - RJ
Ruth Staerke, soprano
Cristiano Alves, clarineta
Ricardo Santoro, violoncelo
Tamatra Ujakova, piano

Instrumentação

soprano, clarineta, violoncelo e piano

Duração aproximada: 50 minutos

Outras apresentações:
  • Data não especificada – Centro Cultural da Universidade Estácio de Sá – RJ

  • 1, 2 e 3/9/2000 – Theatro São Pedro – SP

  • 13 e 14/11/2001 – Sala Cecília Meireles

  • 11/8/2001 – Casa de Artes Paquetá

  • 14/12/2001 – Duas árias – Sala da Congregação da EMUFRJ

  • 27/10/2010 – Theatro S. Pedro – RS – Prêmio Circuito Funarte de Música Clássica
  • 28/10/2010 – Escola do Teatro Bolshoi – Joinville (SC) – Prêmio Circuito Funarte de Música Clássica
  • 30/10/2010 – Teatro Universitário da Universidade Federal do Mato Grosso – Cuiabá (MT) –  Prêmio Circuito Funarte de Música Clássica
  • 1/11/2010 – Teatro Glauce Rocha da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul –  Campo Grande (MS) – Prêmio Circuito Funarte de Música Clássica
  • 3/11/2010 – Teatro Municipal de Dourados – Dourados (MS) – Prêmio Circuito Funarte de Música Clássica

  • 20 e 21/7/2013 – Teatro Municipal de Niterói

  • 17/6/2016 – apresentação da ária “Diga em Quantas Linhas – Sala Cecília Meireles

  • 1 a 11/12/2016 – Teatro Hermilo Borba Filho – Recife

  • 7/6/2018 – Teatro da Paz – PA (vídeo acima)

  • 19 e 21/10/2018 – III Festival Sesi de Ópera do Espírito Santo – Teatro SESI – Vitória – Espírito Santo

  • 23/11/2018 – Cine Teatro Avenida  – Castelo Branco – Portugal
Clipping:

28/11/2018 – Jornal on line UrbietOrbi
19/10/2018 – Rede Globo, “Bom Dia ES
9/7/2018

27/6/2018 – site RTP Notícias
6/6/2018 – blog Ópera&Ballet
11/6/2013 – blog Sidney Rezende
6/7/2013 – site O Globo
26/10/2010 – portal Funarte

12/3/2000, “Jornal do Brasil”, caderno B , coluna Clóvis Marques
2000, jornal “O Globo”
2000, veículo NE
5/9/2000, jornal “O Estado de São Paulo”, crítica de Lauro Machado Coelho
11/2/2000, jornal “O Globo”, capa Segundo Caderno